07 março 2008

Criatividade é tudo


O sujeito vai ao psiquiatra:

- Doutor - diz ele - estou com um problema.

Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo.
Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima.
Prá baixo, prá cima, prá baixo, prá cima. Estou ficando maluco!

- Deixe-me tratar de você durante dois anos - diz o psiquiatra
Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.

- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.

- R$ 150,00 por sessão - responde o psiquiatra.

- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles se encontram na rua.

- Por que você não me procurou mais? - pergunta o psiquiatra.

- A R$ 150,00 a consulta? Um sujeito num bar me curou por R$ 10,00 reais.

- Ah é? Como? - pergunta o psiquiatra.

O sujeito responde:

- Por R$ 10,00 ele serrou os pés da cama...

MORAL DA HISTÓRIA:

Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser
muito simples...

Autor desconhecido

Lenda Judaíca


Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno. Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão com uma substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.

Cada uma delas segurava uma colher de cabo muito comprido que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca.

O sofrimento era grande.

Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.

Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão,as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.

A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento.

"Eu não compreendo", disse o homem a Deus: Por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?"

Deus sorriu e respondeu: "Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros."


Moral: Temos três situações que merecem profunda reflexão:


1. Egoísmo: as pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;

2. Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;

3. Equipe: se tivessem o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.


Conclusão: Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras. O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso. Uma equipe
participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados. Isso vale para qualquer área de sua vida.

E lembre sempre: A alegria faz bem à saúde, estar sempre triste é morrer aos poucos.


Extraído da Internet

25 fevereiro 2008

Para refletir...


Todo mundo já passou por isso alguma vez. O importante é aprender a se virar.

Uma coisa muito interessante aconteceu na administração moderna, que foi a possibilidade de mudanças de áreas, mesmo sem entender nada delas. Mas junto a isso vem o "chefe-anta", evasivo, impulsivo, repressivo, compulsivo e repulsivo.

Sabe por quê?

Se cada área comporta qualquer profissional, é possível que algumas vezes eles não saibam o que estão fazendo por lá, e aí se tornam verdadeiros imbecis, ou seja, com poder, mas pouca competência.

Para aprender a se virar, é importante reconhecer como estão essas pessoas. Seguem algumas dicas:

1. Se a pessoa é amiga ou parente de alguém, ela manda e você se cala, se for inteligente.

2. Se é um idiota que vive às custas de ameaças aos funcionários para conseguir algo para a empresa, saiba quando a ameaça é irreal e jogue o jogo dele, em silêncio.

3. Se ele está lá por razões políticas de grande interesse para a empresa, seja político e veja o quê ele precisa para continuar jogando.

4. Se tem envolvimento amoroso em jogo, não faça nada - saia de fininho e finja que não sabe de nada.

Bater de frente com qualquer um dos tipos é dar um tiro na cabeça. Seja maduro e apenas reconheça a personalidade de cada um para saber entrar no jogo. Treine o xadrez em casa. E lembre-se: cada chefe tem uma personalidade.

O chefe evasivo é provavelmente um enorme inseguro e sempre tem ao seu lado um fiel escudeiro para cobrir suas incompetências. Você tem duas alternativas com este tipo: mudar de área ou se tornar escudo dele e morrer no anonimato.

O chefe compulsivo só pensa no ontem e não tem nada que lhe faça acreditar que o futuro existe. O que move este chefe, por incrível que pareça, é a inércia - ele só pensa quando recebe ordens expressas e, assim, libera a adrenalina. Não existe plano de carreira ao lado de um chefe deste...

O chefe repulsivo é um frustrado que precisa exercer sua autoridade para ser alguém. Ele acha que tudo está sempre errado e que a vida não o tratou como ele merecia. Com ele funciona um elogio, mesmo que seja vazio. Ele precisa disso. Para ficar ao lado dele é preciso ser um infeliz, pois ele não agüenta a alegria alheia.

O chefe impulsivo muda de idéia o tempo todo. Para lidar com ele é bom ter solução para tudo, e saiba que ele sempre vai escolher a mais complicada. Mas ele pelo menos valoriza quem pensa, e é claro que o mérito será dele.

O chefe repressivo tem pavor a idéias e sugestões, tem mania de perseguição e vive na paranóia da conspiração. Elogiar, nem pensar! Com ele o único jeito é ser obediente. Se você for fiel aos absurdos dele, será feliz.


(Matéria inspirada em Max Gehringer)

Flávia Lippi é jornalista, apresentadora e criadora do Programa Repórter Eco, exibido todos os domingos, às 21h, na TV Cultura.