29 novembro 2012

Joelmir Beting - Homenagem de um fã!

O que dizer de um ser humano desta grandeza e com um brilho desta magnitude?

O que dizer de um ser humano admirado por todos, principalmente por mim, que sou quase um conterrâneo, pois nasci na mesma região (Leme) dele (Tambaú)!

Sábio Padre Donizetti ao orientá-lo e com isto ter-nos dado este presente!

Muito ouvi e assisti o Joelmir... Quanta sabedoria..que inveja ao vê-lo brincar com as palavras e que humor maravilhoso, ligeiro e super inteligente!

Mas... a vida é assim! Num mundo onde há a escassez de pessoas e homens bons, formadores de opinião, disseminadores de inteligência e sabedoria...lá se vai um mestre, que semeou muita coisa boa neste mundo!

É uma perda lastimável! Fará muita falta com toda certeza! O Brasil está mais pobre hoje!

Adeus Joelmir...  Esperamos honrar com seus ensinamentos!

Abaixo, reproduzo o texto da carta escrita pelo Mauro Beting, filho de Joelmir. Um texto emocionante e que mexe com a alma e o coração de qualquer filho!


"Meu pai.
O melhor pai que um jornalista pode ser. O melhor jornalista que um filho pode ter como pai.
Preciso dizer algo mais para o melhor Babbo do mundo que virou o melhor Nonno do Universo?
Preciso. Mas não sei. Normalmente ele sabia tudo. Quando não sabia, inventava com a mesma categoria com que falava sobre o que sabia.
Todo pai é assim para o filho. Mas um filho de jornalista que também é jornalista fica ainda mais órfão.
Nunca vi meu pai como um super-herói. Apenas como um humano super. Só que jamais imaginei que ele pudesse ficar doente e fraco de carne. Nunca admiti que nós pudéssemos perder quem só nos fez ganhar.
Por isso sempre acreditei no meu pai e no time dele. O nosso.
Ele me ensinou tantas coisas que eu não sei. Uma que ficou é que nem todas as palavras precisam ser ditas. Devem ser apenas pensadas. Quem fala o que pensa não pensa no que fala. Quem sente o que fala nem precisa dizer.
Mas hoje eu preciso agradecer pelos meus 46 anos. Pelos 49 de amor da minha mãe. Pelos 75 dele.
Mais que tudo, pelo carinho das pessoas que o conhecem, logo gostam dele. Especialmente pelas pessoas que não o conhecem, e algumas choraram como se fosse um velho amigo.
Uma coisa aprendi com você, Babbo. Antes de ser um grande jornalista é preciso ser uma grande pessoa.
Com ele aprendi que não tenho de trabalhar para ser um grande profissional. Preciso tentar ser uma grande pessoa. Como você fez as duas coisas.
Desculpem, mas não vou chorar. Choro por tudo. Por isso choro sempre pela família, Palmeiras, amores, dores, cores, canções.
Mas não vou chorar por algo mais que tudo que existe no meu mundo que são meus pais. Meus pais, que também deveriam se chamar minhas mães, sempre foram presentes. Um regalo divino.
Meu pai nunca me faltou mesmo ausente de tanto que trabalhou. Ele nunca me falta por que teve a mulher maravilhosa que é dona Lucila. Segundo seu Joelmir, a segunda maior coisa da vida dele. Que a primeira sempre foi o amor que ele sentiu por ela desde 1960. Quando se conheceram na rádio 9 de julho. Onde fizeram família. Meu irmão e eu. Filhos do rádio.
Filhos de um jornalista econômico pioneiro e respeitado, de um âncora de TV reconhecido e inovador, de um mestre de comunicação brilhante e trabalhador.
Meu pai.
Eu sempre soube que jamais seria no ofício algo nem perto do que ele foi. Por que raros foram tão bons na área dele. Raríssimos foram tão bons pais como ele. Rarésimos foram tão bons maridos. Rarissíssimos foram tão boas pessoas. E não existe outra palavra inventada para falar quão raro e caro palmeirense ele foi.
Mas sempre é bom lembrar que palmeirenses não se comparam. Não são mais. Não são menos. São Palmeiras. Basta.
Como ele um dia disse no anúncio da nova arena, em 2007, como esteve escrito no vestiário do Palmeiras no Palestra, de 2008 até a reforma: “explicar a emoção de ser palmeirense a um palmeirense é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense… é simplesmente impossível!.
A ausência dele não tem nome. Mas a presença dele ilumina de um modo que eu jamais vou saber descrever. Como jamais saberei escrever o que ele é. Como todo pai de toda pessoa. Mais ainda quando é um pai que sabia em 40 segundos descrever o que era o Brasil. E quase sempre conseguia. Não vou ficar mais 40 frases tentando descrever o que pude sentir por 46 anos.
Explicar quem é Joelmir Beting é desnecessário. Explicar o que é meu pai não estar mais neste mundo é impossível.
Nonno, obrigado por amar a Nonna. Nonna, obrigado por amar o Nonno.
Os filhos desse amor jamais serão órfãos.
Como oficialmente eu soube agora, 1h15 desta quinta-feira, 29 de novembro. 32 anos e uma semana depois da morte de meu Nonno, pai da minha guerreira Lucila.
Joelmir José Beting foi encontrar o Pai da Bola Waldemar Fiume nesta quinta-feira, 0h55."

Obrigado Mauro, por compartilhar seu grande pai conosco!

Carta escrita por Mauro Beting - Publicado na Folha de São Paulo em 29/11/2012


Jonas Odécio Comin
Primavera/2012

28 novembro 2012

Redes Sociais - Cuidado!

O vídeo abaixo nos mostra o quanto ficamos expostos com as redes sociais, que cada vez mais domina nosso dia a dia!

Precisamos dosar e saber o quanto custa esta exposição e se vale a pena se expor tanto, revelando muitas vezes a sua intimidade, a sua família e detalhes de sua vida.

O vídeo é de uma empresa que cuida de segurança em Internet Bancária. Não deixe de ver, vale muito a pena!

Clique no link para ver o vídeo!

http://www.youtube.com/watch_popup?v=HuJJFKmRYS0


27 novembro 2012

Etiqueta - e-mail


Todo profissional deve se preocupar com a comunicação escrita dentro das empresas. Os e-mails, ferramentas cotidianas da vida dos funcionários, devem ganhar atenção especial nesse 

Segundo a instrutora de comunicação escrita do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Educação Continuada (CPDEC), Vivian Cristina Rio, escrever corretamente um e-mail é importante porque, por meio da linguagem, transmitem-se o conhecimento e a organização de quem redigiu o texto.

"O texto pode construir ou denegrir a imagem de um profissional", afirma a instrutora, que ministra palestras sobre o tema em empresas como Nestlé, CPFL, Villares Metals e Volkswagen.

Confira abaixo as dicas para não passar vergonha ao escrever um e-mail no trabalho:

DOCUMENTO

Lembre-se de que e-mail é um documento, por isso, tudo que for redigido fica registrado e pode ser usado contra/a favor de você mesmo. Ao começar, escreva o assunto dele de forma clara, objetiva e concisa.

RESPEITO

Coloque-se no lugar de quem receberá sua mensagem para verificar se a mensagem está clara, polida e assertiva.
Não escreva palavras em caixa alta. Essa formatação pode dar a impressão, em vários idiomas, de que o locutor está "gritando". Se quiser destacar alguma ideia, use negrito, cor de destaque, sublinhado.

SAUDAÇÕES

Redija sempre saudação inicial e final, com grau de formalidade adequado. "Prezado" e "atenciosamente" são maneiras bem formais de iniciar e terminar um e-mail.
"Bom dia", "olá", "abraços" são maneiras menos formais, mas condizentes com mensagens para interlocutores mais próximos/conhecidos. Reconheça seu interlocutor.

OBJETIVO

Deixe claro o objetivo da mensagem e procure escrever uma frase final para retomá-lo.
Por exemplo, se solicitou uma ação ou informação, encerre o e-mail com a frase "aguardo seu retorno"; se informou algo, finalize com "qualquer dúvida, estou à disposição".

CONCISÃO

Seja conciso e procure escrever frases curtas. E-mails longos, com períodos extensos tornam a mensagem menos clara e atrativa ao leitor.
Escreva em tópicos, se necessário, para garantir melhor organização das ideias e concisão. Dê espaço entre os parágrafos para facilitar a leitura.
Mas evite palavras abreviadas --principalmente em e-mails formais. Passa-se a impressão de pressa e/ou falta de cuidado com o interlocutor.

Folha de Sāo Paulo - Ediçāo digital - 27/11/2012