02 setembro 2007

Receita de jovialidade


Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago.
Freqüente, de preferência, seus amigos alegres.Os de "baixo astral" puxam você para baixo.
Continue aprendendo...

Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa.
Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo.
E o nome do diabo é Alzheimer.
Curta coisas simples.
Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente.

A única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo.

Esteja vivo, enquanto você viver! Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta:
família, amigos, animais, lembranças boas, música, plantas, hobby, o que for.
Seu lar é o seu refúgio. Aproveite sua saúde.
Se for boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a.

Se estiver abaixo desse nível, peça ajuda.

Não faça viagens de remorso. Viaje para o shopping, para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado ruim.
Diga a quem você ama, que você realmente os ama, em todas as oportunidades.

E lembre-se sempre que:

"A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego: de tanto rir... de surpresa... de êxtase... de felicidade..."

SEJA SEMPRE JOVEM

Pablo Picasso

16 agosto 2007

Uma lição de vida


Era uma vez um ratinho que morava numa fazenda ,certo dia os donos da fazenda chegaram em casa com um pacote. O ratinho, de seu buraco, observava tudo. Pensava: “poderia ser um belo pedaço de queijo.”

Foi quando ele viu: era uma ratoeira.

O ratinho foi falar com a galinha dizendo. ”Dona galinha temos um problema... o dono da fazenda comprou uma ratoeira.”

A galinha respondeu.” Nós não temos um problema. Você, sim, tem um.”!

Daí o ratinho foi falar com porco. ”Seu porco temos um grande problema. O dono da fazenda comprou uma ratoeira.” Foi quando porco respondeu.”” Péra aí. Nós não temos um problema. Você, sim, tem um.”

Daí o ratinho foi falar com a vaca. ”Dona vaca temos um problemão. O dono da fazenda comprou uma ratoeira.” A vaca respondeu com desdenho. “Você é quem tem um problema”.

Naquela noite ouviu–se um barulho. Imediatamente a dona da fazenda desceu correndo as escadas, nem ligou as luzes, achando que tinha pego o danado do ratinho. Mas, na realidade, tinha pego uma cobra venenosa pelo rabo. Quando se aproximou ela levou uma picada da cobra.

Depois de matarem a cobra foram cuidar dela. Como ela ficou doente o dono da fazenda matou a galinha para fazer uma canja!!! Mas a mulher não ficava boa e vieram seus parentes de longe.

Foi quando o dono matou o porco para dar comida para os parentes.

Mas de nada adiantou: ela veio a morrer e como era muito boa vieram pessoas de toda região, muita gente mesmo. Foi então que, para alimentar toda aquela multidão, ele matou a vaca.

Conclusão: nunca diga “esse problema não é meu”. De uma forma ou de outra nós podemos estar envolvidos e contribuir para a solução, quer direta ou indiretamente. Isso se aplica em todos os sentidos da nossa vida: família, colegas, amigos, empresa.

Colaboração: Lucia Bassan Borges

03 agosto 2007

A moeda


Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
"Eu sei", respondeu o tolo assim. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda."
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.

"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente"

Arnaldo Jabor

Colaboração: Lucia Bassan Borges